sexta-feira, 26 de março de 2010

Roberto, o mundrungo.

Rogo a Deus para que tenha um guarda-chuva sempre que falar com ele.

Olá pessoal,

O Mau me apresentou a vocês porém, como sempre, ele deu aquela distorcida nos fatos. Aquele episódio com o Matsussa foi algo isolado. Tudo bem que eu falo alto, guspindo, acordando e aterrorizando a todos durante a aula mas nada disso é por querer. Eu apenas me expresso um pouco mais ofensivamente que os outros. Isso é algum crime? Alguém aí está me recriminando? Arruma um estágio pra eu aí, meu!

Sobre essa história aí de feio pra caraleo, magrelo, nada viril, eu só falo o seguinte: 5 minutinhos sem perder a amizade, mau? Vamo troca uns soquinhos aí? Quero vê. Eu quebro ocê viu? Eu sou xarope!

Além do mais, a mulherada me adora, o que acontece é que eu geralmente não consigo a cartada final. Elas adoram conversar, dançar e serem molhadas pela minha chuva de guspe, mas não sei o que acontece para que eu não consiga uma namorada ou até ficar com uma rapariga em uma festinha.

Teve uma ocasião em que, em uma festa, conversei por muito tempo com uma guria, ela me ofereceu seu drink, já que eu estava sem bebida em minhas mãos, já que a festa não era open bar e eu já tinha pago absurdos R$5 para entrar. Aceitei o drink e, numa volúpia crescente durante o gole que deu em seu drink, olhando em seus olhos e jogando minha vasta cabeleira à brisa da noite, o gelo adentrou minha boca. Vi que isto tinha acontecido e como meu lema é "Se a vida te da um limão, faça uma limonada" usei de toda a minha sensualidade para devolver o gelo de minha boca ao drink. Olhei em seus olhos e, com meus cabelos esvoaçantes, espirrei o gelo no copo.

Não entendi por que ela não quis mais beber o drink. Fato é que de qualquer forma ganhei um a bebida e de quebra conquistei a garota. Este fato ocorreu em outubro do ano passado e o telefone que ela me deu tem ddd 97, nem sei daonde é isso. Deve ser do norte, amazonas, sei lá. Dei uma pesquisadinha. Bom que seja do amazonas, adoro garotas selvagens. O complicado é que nunca consigo sequer falar quando alguém atende o telefone. Sempre parece um ruido de selva como gorjeios, azoinos e grunhidos. É, ainda não conseui falar com ela.

Sem problemas, tenho meus talentos. É questão de tempo até alguém valorizá-los.

Agradeço a atenção.








Um comentário:

  1. conheço um "roberto", na digdidade ele chega lá! hahahahaha

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